Trirriense utiliza software para fins educativos e é reconhecido pela Microsoft

03/01/2014 - O professor trirriense Paulo Roberto Souza de Azevedo, após começar a cursar pós-graduação em Tecnologia para Informação e Comunicação na Escola pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apresentou um software educativo construcionismo que programa jogos desenvolvido pelo laboratório de pesquisas FUSE (Future Social Experiences). Pela segunda vez utilizado no mundo como projeto piloto, o professor apresentou um artigo sobre o trabalho e enviou o material para Microsoft, nos Estados Unidos, que reconheceu a Comunidade Kodu Game Lab, criada no Facebook pelo professor, como a comunidade oficial brasileira. O reconhecimento abriu caminhos para Paulo, que levou o programa para seus alunos da Faetec Três Rios. O grupo foi o primeiro a utilizar o software para fins educativos. Com a visibilidade que o software ganhou, os alunos começaram a programar jogos para outras escolas do país que podem ser jogados pelo computador ou pelo Xbox. “Quando eu apresentei o software em que cada pessoa pode criar o seu próprio jogo, o meu objetivo era desenvolver o raciocino lógico de cada aluno e colaborar com a sociedade”, ressaltou o professor Paulo Souza. Um dos pontos atos do software é o jogo para pessoas cegas, o “QuizWalk”. Esse foi premiado em São Paulo e registrado pela Microsoft, se tornando o mais famoso feito pelo grupo de estudantes do Curso Técnico em Informática do CVT, que hoje que tem cerca de 10 jogos criados para crianças a partir de oito anos, fora a criação individual. O projeto foi também reconhecido pela Microsoft brasileira e ganhou o título global de Parceiros da Educação, tendo a oportunidade de ministrar três aulas virtuais de dentro do CVT Três Rios em parceira com a PUC – São Paulo para a Jornada Virtual ABED de Educação a Distância, considerado o congresso mais importante para jovens relacionado à informática. “Fomos conquistando espaço e chegamos a um bom nível de conhecimento e pretendemos investir em outras áreas. Recebi um convite da Microsoft para treinar professores relacionados ao software que ganhou visibilidade através de nosso trabalho”, concluiu o professor.
Fonte: Jornal Entrerios


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